Curso Self-Healing Nível II

Curso Self-Healing Nível II
Sandra São Thiago e Meir Schneider

sábado, 15 de agosto de 2015

PROJETO BOA VISÃO PARA A VIDA/ENCONTRO COM MEIR SCHNEIDER

Ao longo de quase seis meses, trabalhei em cima do projeto Boa Visão para a Vida/Encontro com Meir Schneider, no qual tinha como objetivo principal trazer Meir Schneider para o conhecimento do público em geral, e como outros objetivos, ensinar às pessoas formas de autocuidados afim de manter e adquirir a saúde visual e corporal através do Método Meir Schneider Self Healing.
Para tanto, iniciei em Abril de 2015 um ciclo de palestras, a cada semana uma palestra em um local diferente (Espaço Monitores do Pensamento em BM, Livraria Veredas em VR, Centro de Prevenção à Saúde do Idoso em VR e Hotel City Park em Resende), e a cada mês um tema diferente, todos baseados no Método: histórico, princípios e ferramentas do método, A Saúde Visual, O Sistema Nervoso e a Coluna Vertebral. Por fim, tivemos a presença do ilustre criador do Método, o próprio Meir Schneider, que encontrava-se em turnê pelo Brasil desde 15 de Julho de 2015, e nos brindou com sua presença para uma palestra no auditório da UFF em 07 de agosto de 2015, um workshop no CPSI no dia 08 de agosto e atendimentos particulares no dia 09 de agosto em meu consultório.
O evento foi um sucesso, conseguimos levar os conhecimentos do Método a mais de 300 pessoas diretamente, fora os que foram atingidos de forma indireta. Tivemos a presença de 270 pessoas à palestra, 30 alunos no workshop e 3 sessões de atendimentos particulares no consultório.
Esta é a nossa tarefa, levar ao maior número de pessoas a crença de que é possível acionar nossas forças inatas de cura, buscar a cura de dentro para fora, de forma simples e disciplinada.
Meir provou para o publico em geral, através de sua presença. de que isto é possível, basta esforço diário próprio, mudança de hábitos de vida, busca de vida saudável!!!
Serei eternamente grata por estes momentos vividos e por ter conhecido este método de trabalho tão maravilhoso e revolucionário e por poder estar levando-o ao maior número de pessoas.
Vejam as fotos do projeto do primeiro ao ultimo dia:




















































































































PROGRESSOS DA MINHA CAPACIDADE VISUAL OBTIDOS COM O PROGRAMA DE TERAPIA VISUAL DO DR. MEIR SCHNEIDER PH. .

MAIO 2013 AURORA MACHADO
NOTAS EXPLICATIVAS
Ao divulgar agora este meu testemunho, dezoito meses depois da sua elaboração final em Maio de 2013, senti necessidade de o contextualizar introduzindo estas Notas Explicativas que refazem sinteticamente os caminhos da sua origem imprescindíveis para uma maior clareza
1. A minha situação oftalmológica em Setembro de 2012, antes de ir fazer o tratamento aos EUA Em Setembro de 2012 tinha 63 anos e estava a viver uma situação visual extremamente dramática para mim: a iminência a curto prazo de vir a ficar cega devido à progressão sistemática e muito rápida de glaucoma em ambos os olhos, tendo já perdido 95% das fibras de ambos os nervos óticos e apresentando uma redução muito crítica dos campos visuais de ambos os olhos, e uma acuidade visual muitíssimo reduzida, não passível de correcção óptica, apenas 1/10 de visão no olho esquerdo e ainda menos do que 1/10 de visão no olho direito. A existência de glaucoma normotensional bilateral era ainda agravada por um longo historial de problemas visuais em ambos os olhos que já em 2005 tinham motivado a aposentação precoce das minhas funções docentes: a elevada miopia bilateral, 16 dioptrias, existente desde os 15 anos, passando por retinopatia no olho esquerdo, operação às cataratas em ambos os olhos com introdução de lentes intraoculares, posteriores capsulotomias por Yag Laser, e ainda diplopia, distorções acentuadas das imagens e sérias dificuldades na visão bilateral. Toda esta situação estava a afectar gravemente a minha qualidade de vida, interferindo no meu quotidiano e dificultando-o enormemente. De facto, ambos os meus oftalmologistas do Hospital de Santo António dos Capuchos em Lisboa tinham afirmado e enfaticamente repetido, com pesar mas com frontalidade, que “já tinham feito tudo o que estava ao seu alcance e já não havia mais nada que pudessem fazer” para impedir a progressão do meu glaucoma e a verdade é que desde 2007 essa progressão tinha continuado sistemáticamente originando um prognóstico muito reservado e trágico para mim.
Devido à assumida ausência de meios eficazes os meus dois oftalmologistas apoiaram a minha decisão de ir aos EUA fazer o Programa de Terapia Visual do Dr. Meir Schneider Ph.D. Assim a minha ida urgente aos EUA era a única alternativa e a única esperança que tinha para poder continuar a ver e evitar vir a ficar cega.
2. As razões pelas quais escrevi este testemunho acerca dos meus progressos com o Programa de Terapia Visual do Dr. Meir Schneider Ph.D Este testemunho foi nascendo da minha forte vontade de perceber com mais clareza o drama que estava a viver ao confrontar-me todos os dias e em todos os momentos com a perda aparentemente inexorável da minha visão. Antes de ir para os EUA escrevia só para mim mesma como memória dolorosa e assustada. Fazia também desenhos e pinturas para mostrar aos meus oftalmologistas, ilustrando assim de uma forma mais concreta como via. Depois de ter voltado dos EUA tudo mudou e eu quis partilhar a maravilha que me estava a acontecer acreditando que a minha história poderia ajudar outras pessoas. Utilizei para isso o registo das descobertas e conquistas que ia realizando e o relato dos incríveis progressos visuais alcançados depois de ter feito as sessões da 1ª fase do Programa de Terapia Visual com o Dr. Meir Schneider Ph.D e de ter praticado diariamente. Assim, partilhei a minha história em três momentos especiais: em 15 de Dezembro, em 10 de Abril e em 25 de Abril, respectivamente dois meses, seis meses e seis meses e meio após ter terminado esta 1ª fase do tratamento nos EUA. Mais tarde resolvi juntar aqueles três testemunhos, dar-lhes um título, imprimi-los e entregá-los pessoalmente a cada um dos meus médicos oftalmologistas. No final deste novo documento coloquei também um texto referindo a proposta de tratamento do Dr. Meir Schneider para o meu caso. Tomei esta iniciativa porque, como acima referi, ambos apoiaram a minha decisão em ir aos EUA e este documento pessoal com as suas marcas do meu quotidiano e das minhas emoções era o melhor testemunho da evolução positiva e quase inacreditável da minha capacidade visual e do meu enorme contentamento por ter conseguido finalmente sair daquele nevoeiro castanho, cada vez mais escuro, que me estava a engolir e me apavorava.
Janeiro de 2015 Aurora Machado

15 de Dezembro de 2013
O MEU PRESENTE DE NATAL
Profundamente angustiada com a minha situação oftalmológica mas também cheia de esperança viajei de Lisboa para San Francisco nos EUA para fazer um tratamento intensivo de 15 sessões de 2 horas e meia com o Dr. Meir Schneider Ph.D. e a minha ida valeu mesmo a pena pois o tratamento é mesmo eficaz! Eu fui e tive resultados positivos tendo feito progressos em ambos os olhos e sobretudo a nível do olho direito, o olho que vê pior. Logo ao fim de seis sessões tive o primeiro momento muito, muito especial e marcante: consegui ver os olhos do Dr.Meir e da sua Office Manager Sarah e senti uma alegria imensa e transbordante que me encheu de esperança. Até então, a uma distância de 40cm, os olhos deles assim como os das outras pessoas estavam escondidos atrás de uma névoa escura e naquele dia apercebi-me de que os conseguia ver e fiquei muito emocionada! Poucos dias antes de ir para San Francisco eu escrevi um pequeno texto sobre o que não conseguia ver e a forma como isso afectava o meu quotidiano: “Não consigo ver-me a distância nenhuma nem a minha cara nem o meu corpo. Não consigo reconhecer as caras das pessoas sem ser a 10 cm de distancia. Não consigo sequer reconhecer os meus filhos se não a dois passos de distância, a não ser que saiba que estão ali. Não posso guiar, nem ir ao cinema, nem ler livros nem escrever a não ser no computador porque o ecrã tem luz por detrás e o tamanho das letras pode ser aumentado. Ler só pequenos textos e de preferência no computador, precisando de dez vezes mais tempo do que o normal porque as letras estão envoltas em sombras sem algumas partes com manchas escuras e é extraordinariamente cansativo. Não posso ir a lugares que não estejam muito bem iluminados porque deixo de ver, distingo apenas sombras o que é horrível, não consigo ver a cara das pessoas, confundo as pessoas mesmo os meus próprios filhos e neta, nem consigo cortar e arranjar o que está no meu prato . (...) Tudo o que me rodeia está cada vez mais envolto em mais nevoeiro castanho cada vez mais espesso e esta percepção causame medo e ansiedade que procuro combater com pensamentos optimistas.” E aqui estão outras enormes diferenças em relação à situação que acima descrevi, as quais foram surgindo durante o tratamento evidenciando o a expansão da amplitude dos meus campos visuais e da minha visão periférica e também a melhoria da visão de longe e de perto, sobretudo do olho direito com a consequente descoberta de que eu conseguia ver com este olho: antes de ir para San Francisco o meu olho direito apenas conseguia ver a uma distância de 3,5 cm, ou seja, com o nariz encostado à superfície do papel, no caso de uma letra com 2,5 cm de altura, ou do espelho no caso do meu próprio olho direito. No final da 8ª sessão já conseguia ver o meu olho a 17 cm de distância assim como uma letra com os mesmos 2,5 cm de altura. Agora já consigo ver ambos a 45 cm de distância embora não com tanta nitidez mas em compensação consigo a essa distância ver a mina cara, o meu corpo e tudo o que está à volta! A névoa muito escura, às vezes mesmo preta que envolvia a maior parte do campo visual do olho direito está e muito menor, muito mais clara e muito menos espessa.Também os espaços pouco iluminados estão menos problemáticos movendo-me neles com muito mais facilidade e segurança. Todos estes progressos, e outros não referidos aqui, pareciam absolutamente impossíveis de obter e no entanto eu consegui obtê-los com a terapia visual que fiz com o Dr Meir Schneider: é fantástico ter conseguido obtê-los e é uma enorme janela de esperança que se abriu. É claro que há ainda um longo caminho a percorrer mas fazer este tratamento intensivo com o Dr Meir Schneider foi absolutamente fundamental assim como as suas palavras de encorajamento e a sua capacidade de me motivar para este trabalho diário com os meus olhos encarado como um presente especial que ofereço todos os dias a mim própria o qual me proporciona uma enorme alegria interior que me invade me deixa imensamente feliz! Agora estou a conseguir ver o futuro e estou a conseguir acreditar que vou conseguir continuar a ver!! Graças ao Dr. Meir Schneider eu vou poder continuar a ver e isso é maravilhoso!
Aurora Machado

10 de Abril de 2013
A MINHA PRIMAVERA PESSOAL: NOTÍCIAS MARAVILHOSAS DOS MEUS PROGRESSOS VISUAIS!!!
Começo por mostrar esta série de cinco fotografias da minha cara em tamanho real, sendo que as últimas quatro são pinturas a lápis de cor sobre impressões da primeira fotografia.



         Foto Agosto 2009          Pintura Janeiro 2011     Pintura Maio 2011      Pintura Setembro 2012     Pintura Abril 2013


Estas pinturas realizadas por mim, entre 2011 e a actualidade, pretendem reproduzir a forma como em determinados momentos eu vi a fotografia inicial utilizando apenas o olho direito e observando-a num ambiente com muita luz do sol e a uma distância de 50 cm, a distância a que habitualmente se está durante uma conversa com outra pessoa. As datas em que foram feitas são muito significativas na história dos meus olhos: Janeiro de 2011, Maio de 2011, Setembro de 2012 antes de partir para San Francisco, e agora em 2 de Abril de 2013, seis mesesdepois de ter regressado após ter feito as quinze sessões de terapia visual com o Dr. Meir Schneider, e estando a continuar a trabalhar diariamente com os meus olhos de acordo com o programa estabelecido para mim. Qual a razão pela qual fiz estas pinturas? Comecei a fazer esta série com uma intencionalidade muito específica, documentar e explicar melhor aos meus oftalmologistas como é que eu via a cara das pessoas com o olho direito numa altura, Janeiro de 2011, em que senti que estava a piorar de dia para dia. Eu queria e precisava de ilustrar de uma forma mais vivida e visível a progressão acentuada e rápida da perda da visão, sem ser através dos inúmeros exames oftalmológicos que fiz, e para esse efeito utilizei a minha paixão e o prazer enorme de pintar, embora nessa altura já tivesse imensas dificuldades a esse nível. Mas foi com essa forte intencionalidade de mostrar como é que eu estava a ver que consegui ir fazendo as pinturas e ir ultrapassando uma grande resistência íntima com manifestações físicas de grande mal-estar por me confrontar de uma forma tão evidente e incontornável com o que me estava a contecer e me apavorava tanto: a iminência da perda da visão. Tenho bem presentes os sentimentos de medo e de angústia e desespero ao confrontar-me com aquele terrível mergulho na escuridão. Fiz estas pinturas só com o olho direito porque era aquele cuja grande falta de visão me assustava mais e ainda mais quando se tornou claro, através de exames, que o olho esquerdo estava a seguir exactamente o mesmo caminho e com bastante rapidez. Agora, seis meses depois de ter regressado de San Francisco, resolvi voltar a experimentar confrontar-me com a forma como neste momento vejo a mesma fotografia da minha cara, utilizando o mesmo material,o mesmo tipo deluz e a mesma distância, no sentido de documentar esta nova fase de um modo bem visível e concreto quer para mim própria quer para as outras pessoas. E na tarde do dia 2 de Abril quase não conseguia acreditar na maneira como estava a ver a minha fotografia: a clareza e a amplitude do campo visua, a total ausência da névoa escuríssima existente anteriormente e apenas a presença de uma névoa clara na parte de cima da minha cara...!!! Fiz inúmeros testes em dias diferentes para confirmar esta enorme maravilha e é mesmo verdade, eu já não vejo aquela névoa tão escura que há apenas seis meses cobria quase toda a imagem da minha cara como se pode ver na penúltima fotografia, pintada em Setembro, antes de ir para San Francisco fazer a terapia visual com o Dr Meir Schneider!!!! Não há palavras suficientes para exprimir os meus sentimentos, é uma alegria enorme e inteira e colorida, um grande entusiasmo em continuar a trabalhar mais e melhor com os meus olhos e uma profunda admiração e uma imensa gratidão face ao Dr. Meir Schneider pelo trabalho fantástico que fez comigo e pela sua sabedoria, generosidade e enorme dedicação da sua vida a ajudar e a ensinar milhares de pessoas dos mais diversos países do mundo a melhorarem a sua saúde visual e global!! Neste ano de 2013 nasceu de facto a minha primavera pessoal, cheia de força e de energia e eu estou mesmo feliz!!
Aurora Machado

25 de Abril de 2013
A MARAVILHA DA INDEPENDÊNCIA: PARECIA IMPOSSÍVEL MAS AFINAL ESTÁ A ACOCONTECER!
Quase todos os dias tenho vindo a descobrir um detalhe novo que passei a ver e maravilho-me sentindo uma enorme felicidade e o deslumbramento de quem visse pela primeira vez e um sentimento de força pessoal por estar a conseguir melhorar. É uma alegria imensa e persistente que irradia e me emociona tanto pelo simples facto de estar a conseguir ver, a conseguir sair daquele nevoeiro castanho cada vez mais escuro que me estava a engolir e me apavorava. Fui registando essas descobertas e conquistas e vou agora partilhá-las convosco. Estas minhas conquistas não são absolutas, ou seja, eu não passei a ver com total nitidez e rapidez todos os detalhes e a qualquer distância, mas são grandes conquistas em relação ao que conseguia fazer anteriormente à minha ida para San Francisco fazer as sessões de terapia visual com o Dr. Meir Schneider. Dentro da Minha Casa: Já consigo ver-me ao espelho, cortar as unhas, cortar papel quase pelo sítio onde quero, seguindo uma linha, fazer embrulhos bonitos com detalhes criativos, coser pequenas costuras, deitar um líquido de uma garrafa para um copo sem entornar, cortar a comida no meu prato, fazer um bolo sem qualquer ajuda, nem para ler a receita nem para ver as quantidades na balança. Foi uma sensação óptima e o bolo ficou delicioso. Agora é menos difícil ler e escrever no computador, ler textos um pouco mais longos em livros ou revistas, escrever à mão e ler a minha própria letra. Consegui fazer um desenho à vista, a uma curta distância, a partir de uma fotografia de um vestido do século XVIII, e gostei muito do resultado! Já não conseguia desenhar à vista desde Março de 2008!! Estou a começar a pensar que irá ser possível voltar a fazer algo que me apaixona: pintar e a desenhar! Em Outros Espaços Interiores: Ver os números indicadores dos andares nos elevadores, ler uma ementa, ir buscar produtos às prateleiras do supermercado e de outras lojas sem precisar de pedir ajuda que às vezes não era muito simpática ou não estava disponível e eu ficava deprimida por não ver e por não conseguir ajuda. Agora consigo distinguir os produtos e leio as informações que estão coladas nas prateleiras, demoro algum tempo mas consigo! Em Espaços Exteriores: Passear e ver detalhes, ver os sinais luminosos e as poças de chuva e os buracos e outros desníveis dos passeios, as copas das árvores, o cimo dos prédios, os pombos pousados em ramos ainda sem folhas e mesmo um melro na relva, os degraus do Jardim da Fundação Calouste Gulbenkian um lugar lindo para passear e que para mim estava cheio de armadilhas, aqueles pequenos degraus com apenas 2 cm de altura e sem nada que os identifique como tal e por isso extremamente perigosos. As janelas dos prédios deixaram de ser apenas rectângulos escuros, agora começam a delinear-se emergindo linhas brancas individualizando os vidros nas várias partes das janelas, ainda sem muita nitidez mas... já visíveis! Agora consigo dar pequenas corridas porque vejo muito melhor o chão e assim já não tenho medo de cair, e recuperei o meu andar rápido e confiante, não precisando de andar cautelosamente muitas vezes tacteando o chão com os pés com um andar hesitante e cansativo com medo de tropeçar e cair, o que sucedeu algumas vezes... Como acontece com outras pessoas e também noutras áreas da vida os meus olhos não têm sempre a mesma capacidade de visão. O Dr Meir Schneider tranquilizou-me explicando que neste processo o progresso não é uma linha recta e ascendente todos os dias: há alturas em que pode retrocede rum pouco, outras em que pode estacionar e ainda outras em que avança a “olhos vistos”. O que é importante é manter a confiança e o optimismo pois os nossos olhos são muito sensíveis `a maneira como nos sentimos e ao stress. Tenho ainda um longo caminho para percorrer mas já andei algumas etapas muito importantes: o facto de estar a ver resultados é uma maravilha e um poderoso incentivo para continuar e as vossas mensagens de apoio são igualmente um enorme incentivo e por isso mil obrigadas do coração! Em síntese, sinto-me muito mais viva e com mais energia, mais independente, com maior autonomia e por isso percorre-me um delicioso sentimento de mais liberdade!!
Aurora Machado

OBJECTIVOS DO PROGRAMA DE TERAPIA VISUAL PROPOSTO PELO DR. MEIR SCHNEIDER PH. D
A proposta de tratamento do Dr. Meir Schneider para o meu caso consistiu num programa de reabilitação visual multifacetado e personalizado o qual foi desenvolvido numa sequência de 15 sessões, de duas horas e meia cada, com a finalidade de potenciar as funcionalidades dos meus recursos visuais actualmente ainda existentes, melhorando globalmente a minha capacidade visual. Esta abordagem tem por base a certeza de que é sempre possível melhorar a nossa saúde inclusive a saúde visual e de que cada pessoa tem um papel principal e muito activo nesse processo, evidenciando a fantástica capacidade de recuperação do nosso corpo. Nesta perspectiva, o sucesso do tratamento depende e, simultaneamente, implica muita dedicação, persistência, compromisso e empenhamento pessoal: assim, entre cada uma das sessões e posteriormente ao seu final em San Francisco, este programa destina-se a ser praticado por mim diariamente a fim de consolidar e melhorar os resultados obtidos e consequentemente potenciar a minha recuperação visual. Os principais objectivos deste programa são: relaxar os nervos ópticos, aumentar a circulação ocular, desenvolver a visão periférica ainda existente, fortalecer os músculos oculares e aumentar a capacidade visual principalmente do olho que vê pior, o olho direito. Estes objectivos vão sendo alcançados através do desenvolvimento integrado de actividades variadas combinando movimento corporal, técnicas de respiração e de relaxamento, visualização, massagem e auto-massagem, e exercícios visuais. 

sábado, 11 de julho de 2015

sábado, 23 de maio de 2015

CUIDANDO DA SAÚDE DE SEUS OLHOS E DE SEU CORPO











Caros amigos, boa noite! Boa noite pois neste momento são 20h14min de um sábado de outono, ensolarado e agradável!
Vamos aproveitar este final de dia maravilhoso, de muito sol, um céu resplandecentemente azul, para falar sobre a saúde de nossos olhos ... as janelas de nossa alma ... os instrumentos que nos levam a explorar as belezas não palpáveis desse universo ao nosso redor! São eles que nos proporcionam contemplar essas cores tão vivas da natureza!
Em toda a nossa vida, principalmente nos últimos tempos, escutamos pessoas falarem, em sua maioria pessoas da área de saúde, que devemos cuidar de nosso corpo para que tenhamos longevidade, longevidade com qualidade de vida!
Pois bem! Cuidar de nosso corpo! Nos exercitarmos, pegarmos um pouquinho de sol diariamente, nos alimentarmos bem, enfim, nutrirmos esta nossa máquina de elementos saudáveis, que a tornem, assim, cada vez mais saudável.
Mas em todas estas recomendações, exercite sua coluna, faça exercícios aeróbicos que fazem bem ao coração, fortaleça suas pernas, alongue-se etc etc etc, alguma vez escutamos estas pessoas nos orientarem a fazermos exercícios para nossos olhos? Afinal de contas, assim como nosso corpo, eles envelhecem, se deterioram, perdem sua vitalidade, sua mobilidade, enfim, perdem sua acuidade visual. Não é mesmo?
Mas, como assim fazer exercícios para os olhos? Seria simplesmente movimentá-los de um lado para o outro, para cima e para baixo e girá-los? Será que temos muito a fazer por estes olhos, da mesma forma que temos para o resto do corpo?
Temos sim, muito. Isso porque nossos olhos tem constituição semelhante ao restante de nosso corpo. Querem um exemplo? Visualizem um joelho em seu interior. Pois bem, nele temos músculos, ligamentos, líquidos, sangue, células especializadas e nervos. Estruturas que devem estar sempre em movimento equilibrado para que funcionem bem. E em nossos olhos? Temos a mesma estrutura? Sim, temos. Vejamos de maneira sucinta o interior de nossos olhos, as pálpebras são músculos, que ao se moverem, permitem que a glândula lacrimal entre em ação lubrificando os olhos, como também permitem momentos de alternância entre escuridão e luz. Nossos olhos se movem através dos músculos retos e oblíquos. A pupila, tão conhecida como a menina dos olhos, não passa de um buraco por onde a luz entra. Quem controla a abertura deste buraco, para que mais ou menos luz entre nos nossos olhos, de acordo com a necessidade, é a íris, que em alguns é esverdada, em outros azulada, em outros castanha clara ou escura. Ou seja, ela nada mais é do que um músculo que ao se contrair ou relaxar, permite a abertura ou estreitamento da pupila. Por trás de nossa íris encontra-se o cristalino, que é uma lente gelatinosa, que precisa mudar seu formato constantemente para permitir o desvio correto da luz para a retina. Mas como o cristalino pode se mover assim? Através dos músculos ciliares, que se contraem ou relaxam diante de imagens próximas ou distantes, para permitir a mudança de forma do cristalino. Realmente, muito há em comum entre nossos olhos e o restante do corpo. Mas não pára por aí. Nossos olhos são, como o restante do corpo, um conjunto de células que necessitam ser nutridas constantemente. E estes nutrientes vem através da corrente sanguínea. Já viram como nossa retina é vermelhinha, isto porque é ricamente vascularizada. Por nossa retina passa o nervo ótico que leva toda essa informação ao sistema nervoso central. Tal informação é recebida pelas células especializadas cones e bastonetes, que são estimuladas através da luz e escuridão, e que nos permitem enxergar o centro e a periferia.
Ufa! Quanta coisa! Como nossos olhos são complexos! Muito e muito mais coisa ainda há neles. Mas isso que relatei aqui já é suficiente para entendermos que, como falei anteriormente, se é possível e necessário exercitarmos nosso corpo a fim de melhorarmos nossa qualidade de vida, prevenindo prejuízos à nossa saúde, é também possível e necessário exercitarmos nossos olhos a fim de os mantermos sempre saudáveis, prevenindo desvios de refração, catarata, degeneração de mácula e tantas outras desordens visuais tão comuns nas vidas das pessoas, 
E então, vamos ao que interessa, como exercitá-los?
Bem, a resposta a esta pergunta é extensa, por isso, estou oferecendo a vocês um projeto gratuito, no qual tenho feito uma série de palestras falando sobre o Método utilizado para o tratamento dos olhos e do restante do corpo, de forma natural, acionando as forças inatas de cura de nosso corpo, um método de autocura conhecido como Método Meir Schneider Self Healing. Isso porque foi criado em meados de 70, por um ucraniano que nasceu com catarata congênita, nistagmo e astigmatismo, que possuía menos de 1% de visão e que, aos 17 anos de idade, através de exercícios feitos exaustivamente, tanto visuais quanto corporais, recuperou mais de 50% de sua visão. A partir daí, desenvolveu um método próprio de autocura, resultado de suas experiências.
Hoje, Meir Schneider possui a School for Self Healing em São Francisco, na Califórnia e viaja o mundo inteiro realizando atendimentos, palestras e workshops para a divulgação de seu método.
E para nossa surpresa, estará em Volta Redonda nos presenteando com uma palestra no auditório da UFF em 07 de agosto de 2015. O únco custo da palestra será um quilo de alimento não perecível, para ser doado a uma instituição beneficente que tem nos apoiado neste projeto, a APADEFI.
Portanto, espero por vocês em minhas palestras e na palestra de Meir Schneider, como segue nos folders. Não há necessidade de inscrição, é só chegarem preparados para absorver uma série de conhecimentos que levarão para o resto de suas vidas em sua memória, e utilizarão diariamente em suas atividades.
Um grande abraço, cheio de luz e até lá!
 



Se tiverem interesse em levar as palestras para algum outro lugar, é só me contactar, terei o  maior prazer em atendê-los.
Sandra São Thiago
www.maosquecuidamcomamor.blogspot.com

domingo, 3 de maio de 2015

A DOENÇA DE PARKINSON E O MÉTODO MEIR SCHNEIDER SELF-HEALING (AUTOCURA)®

DOENÇA DE PARKINSON E SELF-HEALING

A Doença de Parkinson (DP) é uma doença neurodegenerativa, de causa idiopática, que afeta principalmente pessoas acima dos 60 anos. Em alguns casos, a DP pode manifestar-se também em indivíduos com menos de 40 anos, o que caracteriza o Parkinsonismo Precoce (PP).
Acomete cerca de 1% da população mundial com mais de 65 anos. Estima-se que em 2020 aproximadamente 40 milhões de pessoas no mundo terão desordens motoras secundárias à DP, visto que a expectativa de vida aumenta progressivamente na população mundial.
Foi descrita pela primeira vez em 1817 pelo médico inglês James Parkinson, com o nome de “paralisia agitante”.
É uma doença degenerativa e crônica resultante do comprometimento no sistema nervoso central envolvendo os gânglios da base, sendo causada pela deficiência do neurotransmissor dopamina, interferindo principalmente no sistema motor.
As principais manifestações clínicas da DP incluem: tremor em repouso, rigidez muscular, bradicinesia (retardo em iniciar movimentos, causado pelo atraso no cérebro ao transmitir as instruções necessárias para as outras partes do corpo) e acinesia, alterações posturais (postura em flexão), marcha “festinada” ou marcha rápida, pouca expressão facial e sintomas não motores como depressão, alterações cognitivas, alterações da qualidade da voz e distúrbios autonômicos. Com a evolução da doença, complicações decorrentes secundárias dos sinais e sintomas determinam o comprometimento mental/emocional, social e econômico, o que se revela extremamente incapacitante para o indivíduo.
Na fala apresenta monotonia e diminuição da intensidade da voz, articulação imprecisa e distúrbios do ritmo. Pode também apresentar face em forma de máscara, sialorreia, seborreia, constipação, retenção urinária, algias semelhantes a câimbras, micrografia e distúrbios do sono.
Os medicamentos mais utilizados contem levodopa, que no sistema nervoso é convertida em dopamina.
É necessário acompanhamento de equipe multidisciplinar para o tratamento da DP, a fim de manter melhor qualidade de vida.
Segundo nosso Mestre Meir Schneider, em seu livro Movimento para a Autocura, “a mente é a consciência não-material que habita cada parte do corpo, e cada parte do corpo humano é um reflexo da mente. Para que cada mudança possa ocorrer no corpo, primeiro ela deve ser aceita pela mente”. Para Meir Schneider, não devemos acreditar na premissa de que o funcionamento incorreto de nosso corpo, ou seja, a doença, é natural. Para melhorarmos, encontrarmos a saúde perfeita, precisamos ter a visão da melhora desejada e praticar o movimento ou exercício adequado a fim de instruir o corpo a atingir esta saúde perfeita. Devemos trabalhar em sintonia entre corpo e mente.
Ainda sobre este assunto, Meir diz que nossa mente controla o cérebro, que é o centro de todo o funcionamento do corpo. Ela estabelece os padrões de percepção. Se penso de forma negativa em relação à realização de uma determinada atividade, o meu cérebro levará a informação aos músculos de que eles não podem agir. “Nossa mente limita a habilidade de usar o cérebro; a inteligência inata do corpo é impedida de se expressar pelas limitações aí colocadas pela mente”.
Finalizando, Meir Schneider afirma que:

“Mesmo quando temos problemas nos nervos ou nos músculos, esse tecido pode ser regenerado por meio de um programa de exercícios físicos e mentais. Para isso, precisamos trabalhar com o nosso corpo e nossa mente, para que o conceito não-material de saúde se manifeste no nosso ser material. Para isso é preciso muito trabalho. As mãos carinhosas de um amigo, terapeuta, pai, mãe ou companheiro podem ajudar a trazer um estímulo saudável para os nossos músculos ou nervos”.

Portanto, visto que a doença de Parkinson se manifesta comprometendo as funções motoras em resposta ao comprometimento do Sistema Nervoso Central, e baseando-se na crença de que nosso cérebro é comandado por nossa mente, acreditamos ser possível mudar o curso desta doença dita neurodegenerativa progressiva, através de uma reeducação da mente, em primeiro lugar. Estimularmos as pessoas com Doença de Parkinson a trabalhar através de sua mente, de forma positiva. Bem como estimularmos sua consciência corporal através da (auto) massagem e movimento, da respiração, trazendo maior influxo de oxigênio à todas as células corporais. Levá-las a terem maior consciência de suas posturas. Estimularmos a propriocepção e o equilíbrio através do movimento consciente e inabitual.
“Nós procuramos em toda parte cura para as nossas doenças, sem perceber que há uma força interior em nós que tem uma infinita capacidade de curar o corpo, ou pelo menos melhorá-lo”. (Meir Schneider)

Texto escrito por Sandra São Thiago da Costa Pereira
Educadora do Método Meir Schneider Self-Healing (Autocura)®
Data: 03/05/2015

Referências Bibliográficas:

Schneider, M. Movimento para a Autocura: Self-healing: Um Recurso Essencial para a Saúde. São Paulo, Cultrix, p. 231-233, 2005.

Souza, CFM; Almeida, HCP; Sousa, JB; Costa, PH; Silveira, YSS; Bezerra, JCL. A Doença de Parkinson e o Processo de Envelhecimento Motor: Uma Revisão de Literatura. Rev Neurocienc 2011;19(4):718-723

Steidl, SEM; Ziegler, JR; Ferreira, FV. Doença de Parkinson: Revisão Bibliográfica. Disc. Scientia. Série: Ciências da Saúde, Santa Maria, v. 8, n. 1, p. 115-129, 2007