Curso Self-Healing Nível II

Curso Self-Healing Nível II
Sandra São Thiago e Meir Schneider

domingo, 28 de agosto de 2011

Self Healing por Beatriz Nascimento

... "O Self-Healing® não é uma pílula mágica, que “extirpa” a doença de dentro de você, mas um instrumento poderoso para manter e melhorar a saúde, a flexibilidade e o bem-estar. Requer paciência, dedicação, boa orientação e confiança no processo. Eu aprendi a controlar minha saúde a longo prazo, compreendendo o que meu corpo necessita a cada momento e respondendo a ele. Para quem tem uma doença crônica é uma jornada de exploração e descoberta para toda a vida. É reconquistar o equilíbrio após cada “queda”; se cuidar e apreciar cada conquista!”...
(Beatriz Nascimento)

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Dicas para ter uma boa visão

Para melhorar a visão, você necessita mudar sua maneira de ver. Essa é uma grande tarefa. Hábitos e padrões de uso da visão encontram-se entre os mais difíceis de mudar.
Problemas de visão são, com muita freqüência, acompanhados de hábitos e padrões de tensão e fraqueza muscular, principalmente nas áreas da testa, mandíbula, pescoço e ombros.
Relaxar estas áreas provocará uma melhora na visão, assim como a melhora na visão ajudará a relaxar estas áreas.
Nada melhor para começar a relaxar do que uma massagem. Você pode se auto-massagear, qualquer hora do dia, quanto tempo quiser, sem contra-indicação. Massageie as áreas citadas acima com as pontas dos dedos, fazendo movimentos circulares.
Comece pelos músculos ao redor dos olhos, e termine no pescoço. Procure sentir todas as áreas tensas e com movimentos suaves relaxá-las.
ATENÇÃO: NUNCA aperte ou massageie em cima dos olhos, somente ao redor deles. NUNCA PRESSIONE DE MANEIRA ALGUMA SUAS PÁLPEBRAS, pois os olhos são muito sensíveis.
Aproveite a dica e relaxe !!!!
Tatiana Luísa Reis Gebrael
Terapeuta Ocupacional
Especialista em Desenvolvimento Infantil
Mestre em Educação Especial
Reabilitação Visual - Método Self-Healing.
(11) 8949-4345

segunda-feira, 4 de julho de 2011

DICAS IMPORTANTES por Katia Amaral e Monique Intrator


Computador e circulação

Qual é a relação entre circulação e o uso excessivo do computador?

Estão intimamente ligados porém, na maior parte das vezes, são inversamente proporcionais. Ou seja, quanto mais tempo passamos no computador sem fazer pausas, mais empobrecida fica nossa circulação.

Ficamos na posição sentada por horas, sem nem ao menos nos darmos conta. O máximo que fazemos é cruzar uma perna, cruzar a outra, cruzar as duas quando o local nos permite.

Veja o que acontece com o corpo: olhos fixados, às vezes, sem piscar. Cabeça, muitas vezes, fica levemente projetada para frente, dependendo do que e de como estamos lendo. Respiração superficial. Punhos e mãos numa mesma posição. Quadril flexionado por horas. Isso sem contar os outros hábitos que adquirimos, mas aí cada um tem o seu.

Pelo quadril passam grandes artérias e veias que irrigam pernas e pés. Se passamos muito tempo sentados não há como nossas vias de transporte levarem sangue e nutrientes para as partes mais distais do corpo e retirarem o que as células excretam. O que ajuda a circulação venosa é o movimento, a contração e o relaxamento dos músculos. Eles são os assistentes do coração.

Sinais de uma circulação empobrecida são: pés e mãos frias ou dormentes, cansaço, falta de memória, dores. Sem falar nos sinais calados mas não menos importantes: sobrecarga do coração, que precisa trabalhar mais, pressão alta ou baixa, arritmias, dente outras.

É possivel modificar essa situação e você pode começar a fazer a qualquer hora e em qualquer lugar. Seguem algumas dicas:

1) Lembre-se sempre de mudar o foco da tela do computador. Olhe para longe e pisque. Mesmo que você não tenha muito espaço na sala onde trabalha, olhe para o lugar mais distante que conseguir.

Isso ajuda seus olhos a relaxarem e cria flexibilidade nos cristalinos

2) Ao trabalhar no computador mantenha o senso da periferia, ou seja, do que está ao redor do monitor.

Com isso, você requisita células da visão periférica e tira a sobrecarga da visão central, permitindo aos olhos estarem mais suaves.

3) Lembre-se de piscar. Piscar é a respiração dos olhos e é a oportunidade que eles têm de interromper o árduo trabalho.

4) Utilize o encosto da cadeira para torcer o tronco e olhar para trás. Repita para o outro lado.

Todas as atividades que fazemos são à nossa frente fazendo com que haja uma sobrecarga nos músculos anteriores. Torcer dá a oportunidade de usar outros músculos, de estruturas funcionarem de formas diferentes, criar espaço em determinadas partes do corpo e de quebrar a rotina.

5) Espreguice levando os braços para o teto e olhando para cima.

Usamos pouco a extensão do tronco, o que leva a um fechamento na caixa
torácica, fraqueza nos músculos posteriores e sobrecarga nos anteriores.

6) Levante-se da cadeira e circule o quadril em ambas as direções.

Vai ajudar a circulação para as pernas e consequentemente o seu coração e o sitema de um modo geral.
7) De pé, entrelace as mãos por trás das costas, afaste-as do corpo e olhe para o teto.

8) Ainda de pé com os joelhos destravados, comece a levantar um ante pé (a parte da frente do pé) de cada vez, deixando o calcanhar apoiado.

Isso ajudará no retorno venoso.

sábado, 7 de maio de 2011

Bibliografia recomendada


Movimento para a Autocura
Meir Schneider
Editora: CULTRIX/PENSAMENTO
1ª Edição - 2005



Uma Lição de Vida
Meir Schneider
Editora: CULTRIX/PENSAMENTO
5ª Edição - 1999





Manual de Autocura

Metodo Self-Healing

Autores: LARKIN, MAUREEN e SCHNEIDER, MEIR




Manual de Autocura: 2ª Parte: Patologias Específicas: Método Self-Healing
Manual de Autocura: Patologias Específicas
Editora Triom
Autores: MEIR SCHNEIDER & MAUREEN LARKIN
  • Ano: 2001
  • Edição: 2

  • A Saúde Dos Seus Olhos
  • A SAUDE DOS SEUS OLHOS: LUZ, ESCURIDAO E MOVIMENTO
  • 2002
    1ª edição
    Editora Imago
    Autora Ney Chaves

Watsu: Exercícios para o Corpo na Água
Autor: Harold Dull
Editora Summus
1ª edição 2001


Seu Medico Interno E Voce

Terapia Craniossacral E Liberaçao Somatoemocional

Autor: UPLEDGER, JOHN E.

Editora Mauad

1ª edição 2001

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Método Meir Schneider-Self Healing

O Método Meir Schneider - Self-Healing®, com suas propriedades terapêuticas e educativas, possibilita às pessoas o desenvolvimento da consciência corporal, tornando-as os agentes principais de sua recuperação ou da prevenção das boas condições de saúde. Os recursos ensinados ao cliente, ou aplicados pelo terapeuta habilitado, são técnicas de massagem regenerativa dos tecidos ou auto-massagem - sempre combinadas com exercícios ativos, passivos e respiratórios.

Ele tem se mostrado muito eficaz na recuperação e reversão de um bom número de patologias, como esclerose múltipla, problemas de coluna, atrofias e distrofias musculares, osteoporose, artrite e artrose, problemas de visão, entre outros. O método vem se destacando também na recuperação e na prevenção das chamadas doenças ósteo-musculares relacionadas ao trabalho (DORT), com seus exercícios de “quebra de padrão de movimento”.

Pessoas de qualquer idade e com qualquer condição de saúde podem beneficiar-se deste método, que trata cada problema específico considerando o todo sensorial, motor, emocional, cognitivo e espiritual. Você pode procurar um terapeuta especializado, participar dos workshops e cursos que são periodicamente oferecidos com o apoio da Associação Brasileira de Self-Healing ou, ainda, adquirir publicações e materiais sobre o método, seguindo com atenção as suas indicações.

Vida é movimento, e este é o motor principal da cura e do bem-estar de cada um de nós: desde a respiração, a circulação sanguínea, a mobilização passiva e ativa dos músculos e das articulações, até a mudança da mente na percepção do próprio corpo, das emoções e dos hábitos de vida.





Extraído de http://absh.org.br/metodo/ em 26/02/2011

Histórico

O Método Meir Schneider - Self-Healing® foi criado na década de 70, nos Estados Unidos, pelo ucraniano Meir Schneider, baseado em sua experiência de recuperação da própria cegueira. Ele nasceu na cidade de Lvov, em 1954, com catarata, astigmatismo e nistagmo. Aos sete anos, foi declarado legalmente cego, mas nunca aceitou esta condição.

Amigos, como uma bibliotecária, que lhe ensinou técnicas de relaxamento, e Isaac - outro jovem com graves problemas visuais -, deram-lhe incentivo para a grande virada de sua vida, aos 16 anos de idade. Isaac foi o responsável por apresentar-lhe o método do oftalmologista William Bates (1860-1931) de estimulação da visão. Apesar da total descrença de sua família e amigos, Meir dedicou-se com fervor aos exercícios para os olhos, aliando-os às técnicas de ioga, auto-massagem e movimento. Dezoito meses mais tarde, ele tinha desenvolvido visão funcional.

Em 1976, Meir mudou-se para São Francisco, nos Estados Unidos, onde trabalhou com o optometrista Ray Gottlieb, com o qual manteve intensa colaboração durante vários anos. Fundou o Center for Conscious Vision (1977-1978), o Center for Conscious Health (1978-1980) e, em 1980, o Center For Self-Healing. Em 1981, Meir Schneider conseguiu tirar sua carteira de motorista, sem qualquer restrição, expedida pelo Governo do Estado da Califórnia. Três anos depois, ele obteve permissão para formar alunos no método e funcionar como School For Self-Healing.

Sua jornada pessoal, os primeiros anos de desenvolvimento do método, suas influências e os primeiros casos e parcerias foram narrados em seu livro “Uma Lição de Vida”, publicado no Brasil pela editora Cultrix e em mais quatro idiomas: inglês, francês, húngaro, e hebraico. Em 2004, este livro foi reeditado pela mesma editora, em versão ampliada e atualizada, passando-se a chamar “Movimento para Autocura”.  Seu segundo livro, o “Manual de Autocura”, lançado nos EUA em 1994, foi publicado e traduzido também para o espanhol e vários outros idiomas.

O Método Meir Schneider - Self-Healing® chegou ao Brasil pela terapeuta ocupacional Beatriz Ambrósio do Nascimento, que participou da fundação do Núcleo de Pesquisa e Ensino em Self-Healing no Departamento de Terapia Ocupacional da Universidade Federal de São Carlos, o que resultou na produção de duas teses de doutorado, entre outros trabalhos.



Extraído de http://absh.org.br/metodo/historico.aspx em 26/02/2011